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Calopsita (Nymphicus hollandicus)

Nome Científico

Nymphicus hollandicus

Parentes dos Periquito, as Calopsitas (Nymphicus hollandicus) são originárias da Austrália e foram descritas pela primeira vez em 1792.

Chegaram ao continente europeu, trazidas por expedições, por volta do ano 1840. Atualmente, junto com os Periquitos Australianos (Melopsittacus undulatus), são os psitacídeos mais criados no mundo.

De fácil criação e vida longa (em cativeiro, pode viver mais de 20 anos), as Calopsitas são recomendadas para quem deseja ter um belo pássaro como companheiro.

No seu habitat natural, as Calopsitas vivem em bandos e gostam de nidificar em troncos de árvores mortas. São encontradas próximas a rios e cachoeiras e suas migrações são controladas pelo ciclo das águas.

Através de cruzamentos selecionados, partindo da coloração original, cinza, atualmente encontramos vários padrões de coloração, entre eles o canela, o arlequim e o prata.

O adestramento das Calopsitas requer muita paciência, porém os resultados são recompensados com belos assobios e a repetição de algumas músicas.

Alimentação

As rações de manutenção, Alcon Eco Club Calopsita, foi desenvolvida para atender completamente as exigências nutricionais das Calopsitas, devendo ser oferecida como base da dieta. Outros alimentos devem ser utilizados exclusivamente com caráter de enriquecimento ambiental (distração), 2 vezes por semana em pequenas porções, ou seja, perfazendo no máximo ¼ da alimentação diária.

O requerimento nutricional das aves se modifica durante o ano. Em períodos como: muda de penas, estresse, convalescença e reprodução, as exigências protéicas e lipídicas tendem a aumentar, desta forma, torna-se essencial à complementação da dieta de manutenção, Alcon Eco Club Calopsita. Nestes períodos sugerimos o uso diário das FarinhadasAlcon Club Top Life, associado à dieta de manutenção, perfazendo ¼ da alimentação. Estas mesmas associações podem ainda, ser usadas no período de manutenção de 2 vezes por semana.

Reprodução

As calopsitas não apresentam dimorfismo sexual (diferenças físicas entre machos e fêmeas). Para saber o sexo de sua ave com exatidão é necessário realizar ao exame de sexagem pelo DNA.

A fêmea coloca em média 5 ovos por postura. O trabalho de chocar os ovos é compartilhado entre o casal. Os ovos eclodem após um período médio de 18 dias e os filhotes estão prontos para deixar o ninho após 28 dias aproximadamente, o desmame é feito em torno de 45 dias.

Manutenção

Necessitam de bastante espaço para que possam voar e saltar de um poleiro para outro, sendo interessante uma gaiola mais comprida do que alta. Uma gaiola de 1 m x 30 cm x 40 cm é o mínimo para a reprodução.

A gaiola também deve conter um ninho tipo caixa com cerca de 35 cm de altura e 20 cm nas laterais. Um comedouro, bebedouro e água para banho em uma tigela são fundamentais.

É interessante a colocação em um local ventilado, que receba sol pela manhã, mas que não pegue correntes de ar. A limpeza diária é importante para o bem estar destas belas aves.

Fonte: alconpet.com.br

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